Mascarenhas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Domingos António da Silva, conhecido no mundo do Futebol por Mascarenhas, nasceu em Angola, na Vila Salazar, a 28 de Abril de 1937.

O avançado angolano chegou a Portugal para representar o Benfica, mas foi no Barreirense que se destacou, ajudando com muitos golos á conquista de dois Campeonatos Nacionais da 2ª Divisão. Veio para Alvalade em 1962, coroando a sua estreia com um golo, num jogo particular contra a equipa francesa do Estrasburgo. Esteve ao serviço do nosso Sporting durante três temporadas, com alguns altos e baixos, mas mesmo assim ficou na história do nosso clube como um dos melhores. Em apenas 57 jogos oficiais marcou 44 golos.

Mascaranhas

Na sua primeira época em Alvalade, Mascarenhas não era titular. Mesmo assim participou em todos os jogos que levaram o Sporting á conquista da Taça de Portugal dessa temporada, 1962/63. Foi mesmo o maior goleador da prova, com 17 golos marcados, um deles na final contra o Vitória de Guimarães.

Na época seguinte, Mascarenhas foi titular indiscutível do onze verde e branco, participando num dos mais gloriosos feitos do nosso clube. Na época de 1963/64 o S.C.P. foi vencedor da Taça das Taças, sendo o melhor marcador da prova Mascarenhas. Um total de 11 golos marcados pelo avançado angolano, 6 dos quais no jogo contra os cipriotas do Apoel, que constitui a maior goleada da história das competições europeias. Nessa brilhante campanha Mascarenhas só não participou num encontro, marcando o primeiro golo da final de Bruxelas, que terminou empatada a três. Na finalíssima o “Cantinho do Morais” fez com que a Taça viesse para o museu do nosso Sporting.

Mário Lino

Depois de mais uma época em que foi pouco utilizado, Mascarenhas regressou ao Barreirense, tendo ainda alinhado pela CUF, Peniche e no Riopele. Ao longo dos anos foi por diversas vezes homenageado pelo Sporting Clube de Portugal, no âmbito de várias comemorações onde se recordou a conquista da histórica Taça das Taças de 1964.

 

Júlio Rendeiro

A história do SCP foi edificada com o contributo de inúmeros atletas que desde 1906 concretizaram um sonho que estará sempre por cumprir.

Nos primeiros tempos tratavam-se de atletas que simultaneamente eram dirigentes, seccionistas, roupeiros numa comovente demonstração de amor à camisola.

Neste espaço pretendemos evocar os homens e mulheres que engrandeceram o ideal de Francisco Stromp. Queremos valorizar aqueles que, nas mais diversas modalidades, transformaram o SCP na maior potência desportiva nacional, num dos maiores da Europa em títulos conquistados e no topo do mundo com mais de uma centena de atletas olímpicos.

Assumimos o legado deixado pelas várias gerações de atletas e por ele lutamos convictamente.

 

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