Anos 90 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Nos anos 90 continuam as vitórias europeias do hóquei com a conquista da Taça CERS em 1991 e no Atletismo em 1990, 1991, 1992, 1993 e 1994.

Atletismo

Em 1990 Dionísio Castro estabelece o recorde do mundo dos 20.000 metros.

O Voleibol emerge no início dos anos 90 como uma modalidade recuperada após longa ausência. Os títulos conquistados entre 1990/91 e 1994/95 transformaram-na num excelente factor de mobilização dos adeptos verde e brancos, crentes que esta modalidade poderia alcançar, também ela um título europeu! Neste período os núcleos do SCP sofrem uma notável expansão, atingindo as 200 organizações de adeptos espalhadas pelos quatro continentes.

Voleibol

O Museu do SCP finalmente torna-se uma realidade!

No período de jejum do futebol, com o último título conquistado em 1982, os adeptos sportinguistas demonstram uma inequívoca fidelidade ao seu clube; parecendo imunes aos insucessos. O Estádio José Alvalade registava frequentemente excelentes assistências na ordem dos 30000, 40000 adeptos.

A pujança do SCP dava provas de grande vitalidade, centrada numa "cultura clubista" multidesportiva, eclética, jamais dependente dos sucessos da sua modalidade mais emblemática: o Futebol.

Em 1995, dias após a conquista da Taça de Portugal em futebol, o SCP iniciou um novo ciclo com a implementação do "projecto Roquette". Numa primeira fase aconteceu uma efémera liderança de Santana Lopes que seria marcada pela "extinção" de modalidades como o Hóquei em Patins, o Voleibol e o Basquetebol.

Por outro lado, a decisão em implementar a exigência aos associados de uma quota extraordinária no valor aproximado de 105 euros, a pagar de imediato, teria efeitos negativos na mobilização e fidelização dos sócios. Muitos foram aqueles que deixaram de estar filiados.

Em 1996 o Futebol conquista a Supertaça em Paris, com uma vitória expressiva e uma manifestação da força do SCP em França, com milhares de adeptos do Clube em perfeita euforia.

Em 1998 o SCP inovou com a criação de uma sociedade anónima desportiva - a SAD, admitida na bolsa nesse ano.

De forma semi-clandestina, o Hóquei em Patins renasce, competindo na 3ª Divisão graças à exclusiva "carolice" de alguns empenhados sportinguistas que auto-sustentam a modalidade que compete em recintos emprestados. A subida à 2ª Divisão acontece rapidamente. Mais complicada seria o regresso ao escalão máximo.

A construção de um novo estádio seria apresentada nesse ano, assim como a construção da academia de futebol, em Alcochete, e de um projecto imobiliário composto pelo edifício Visconde Alvalade, o Centro Comercial Alvaláxia, uma clínica, um health club, um centro de dia, o museu Mundo Sporting e um edifício multidesportivo onde seriam instaladas as modalidades do SCP.... para além de um pavilhão desportivo.

 

A nossa História do SCP

Ousar abordar a história do nosso SCP, na perspectiva do adepto, é um desafio a que nos propomos.

Não é uma abordagem personalizada nas figuras e figurões que têm pass(e)ado pelo nosso Clube. Na Torcida Verde abominamos e desprezamos essa "análise" muito característica de uma determinada mentalidade identificada com a visão "sincrónica da história".

Preferimos a análise diacrónica onde se releva a instituição no contexto sócio desportivo, como aliás é apanágio da "história moderna".

Não pretende por isso ser a história oficial, que revela sempre a "perspectiva" destes ou daqueles dirigentes que na ocasião presidem aos destinos do Clube.

Por tudo isto esta é a nossa história do SCP.

 

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