Loucos anos 20... e 30! PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Nos anos vinte aconteceu a primeira vitória do SCP no campeonato de Portugal de Futebol, mais concretamente na época de 1922/23.

Iniciaram a sua actividade as secções de natação, pólo aquático e râguebi, modalidade introduzida em Portugal pelo mítico atleta e dirigente sportinguista Salazar Carreira.

Loucos Anos 20... e 30

Em 1926 o número de associados atingiu os 2.454 adeptos!

Em 1928 o SCP estreou no futebol as suas camisolas às riscas verdes e brancas, uma mudança que em boa parte foi proporcionada pelo râguebi.

A série de vitórias nos campeonatos de Portugal em futebol continuou nos anos 30: 1933/334, 1935/36 e 1937/38, o SCP somou vitórias em ténis, ciclismo, râguebi, tiro e hóquei em patins, com uma histórica vitória na 1ª edição do campeonato nacional em 1937/38 e ainda na patinagem, ginástica e esgrima!

Em 1933, Alfredo Trindade venceu a volta a Portugal, naquela que foi a primeira vitória individual e colectiva na mais importante prova velocipédica!

Destaque para a importância das vitórias de Alfredo Trindade que tiveram impacto a nível nacional, o que se reflectiu na implantação do SCP por diversos pontos de Portugal.

Em 1934 o guarda-redes João Azevedo chega ao SCP. Considerado por muitos como o melhor guarda-redes Português de sempre, viveu os momentos épicos do futebol do clube até à época 1951/52.

Em 1937, o SCP regressa às origens, ao Stadium ou Estádio do Lumiar, arrendado em condições vantajosas.

A crescente afirmação do SCP era uma realidade exemplificada nos 5.178 associados no ano de 1936.

Em 1938 o futuro violino Fernando Peyroteu emergiu como o máximo goleador do campeonato com 34 golos.

Nesta época 1938/39 emergia a célebre escola do futebol leonino com a conquista do seu primeiro campeonato nacional de juniores.

Loucos anos 20... e 30

 

A nossa História do SCP

Ousar abordar a história do nosso SCP, na perspectiva do adepto, é um desafio a que nos propomos.

Não é uma abordagem personalizada nas figuras e figurões que têm pass(e)ado pelo nosso Clube. Na Torcida Verde abominamos e desprezamos essa "análise" muito característica de uma determinada mentalidade identificada com a visão "sincrónica da história".

Preferimos a análise diacrónica onde se releva a instituição no contexto sócio desportivo, como aliás é apanágio da "história moderna".

Não pretende por isso ser a história oficial, que revela sempre a "perspectiva" destes ou daqueles dirigentes que na ocasião presidem aos destinos do Clube.

Por tudo isto esta é a nossa história do SCP.

 

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