Generalização preconceituosa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Ao longo dos tempos, têm-se abatido sobre a generalidade dos grupos de adeptos organizados um conjunto de ideias pré-concebidas que os situam, sem excepção, no campo da marginalidade e da delinquência.

Estas ideias estão enraizadas no imaginário popular, funcionado como autênticos preconceitos que têm efeitos nefastos e ofendem todos os grupos de adeptos que não se identificam com essas "etiquetas".

Generalização

Essa imagem é conveniente para alguns desses grupos de adeptos, uma vez que alimenta o conceito radical como forma de atrair novos aderentes, seduzidos pela linguagem e acção centradas na gestão dos antagonismos reforçando o carácter belicista do fenómeno. Ao mesmo tempo, contribui para afastar um sem número de potenciais adeptos dos grupos de adeptos organizados que não se revêm nesta linha de acção.

Este fenómeno designado de "generalização" é uma característica das sociedades humanas mais arcaicas e retrogradas.

Esta ignorância militante é a mesma que enfia no mesmo saco "todos os políticos como parasitas", os "árbitros como comprados" ou os "dirigentes clubistas como corruptos".

Na Torcida Verde jamais nos conformámos com a ideia redutora que paira sobre os grupos de adeptos organizados. Temo-lo feito de forma objectiva e coerente, afirmando-nos exclusivamente pelo nosso rumo autónomo.

Ainda que na maioria das vezes de forma solitária, impopular e até politicamente incorrecta no meio "pseudo radical"; produto final da tal "generalização" que o senso comum e a generalidade dos média difundem aos quatro ventos.

Desta forma não admitimos ser incluídos no tal saco da generalização, o que a acontecer, merecerá sempre a nossa repulsa e o nosso combate veemente!

 

Setúbal 2 - SCP 0

Na Torcida Verde de há muito decidimos assumir posições em relação a temas considerados como verdadeiros "tabús" no mundo das "claques" (designação com a qual jamais nos identificámos).

Tratam-se de assuntos complicados, sobre os quais seria muito mais cómodo abdicar de tomar posição, escondendo-nos no "nim", algo tão usual numa sociedade onde a hipocrisia, o cinismo e a incoerência dominam impunemente.

Ter a coragem de tomar posição em relação a temas como a "violência organizada", "o enquadramento legal", "a política na curva", "o futebol moderno", "o ecletismo" entre outros, é uma demonstração inequívoca de coragem e maturidade.

 

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