Supertaça do Hóquei em Anadia com o Porto PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Episódio 19

O Hóquei em Patins teve na época 87/88 a conquista do título nacional, conquistando dessa forma o direito à final da Supertaça.

O opositor nessa época foi o Porto numa final disputada em Anadia. A presença da Torcida Verde, empolgada pela conquista do título nacional, foi facilitada pelo apoio no transporte da nova direcção do SCP, eleita há poucos dias.

Equipa de Hóquei em 87/88

Curiosamente, naquele dia o nosso autocarro foi parqueado quase ao lado dos adeptos nortenhos. Na ocasião, o autocarro vizinho transportava o recente grupo de apoio do Porto - os Super Dragões.

Por incrível que possa parecer, naqueles tempos viajávamos sem escoltas, nem tão pouco vislumbrámos qualquer policiamento musculado e o mais significativo de tudo foi a espontaneidade que a situação provocou nos adeptos dos dois Clubes, originando diálogos de circunstância onde foi possível trocar futuras correspondências para trocas de material, algo muito em voga naqueles tempos.

Era habitual os adeptos de diferentes clubes trocarem t-shirts e autocolantes com contactos nacionais e correspondentes europeus. Dessa forma seria possível descobrir as novidades dos materiais "ultras".

O resultado, que até nos foi desfavorável, não condicionou em nada o espírito existente antes do inicio do jogo.

Outros tempos, outras vontades, sobretudo outro espírito!

 

SCP 0 - Basileia 0

Tratam-se de situações marcantes para os militantes da Torcida Verde que viveram essas jornadas ao vivo e a cores.

Desde 1984, o ano da sua fundação, a Torcida Verde tem vivido inúmeros episódios que forjaram o seu carácter e determinaram em grande parte a sua acção.

Tratam-se de situações marcantes para os militantes da Torcida Verde que viveram essas jornadas ao vivo e a cores.

São momentos diversos, com personagens tão diferentes como dirigentes desportivos ou institucionais até aos adeptos e cidadãos mais anónimos.

Neste espaço esses pedaços de história da Torcida Verde são evocados com humor, ironia, determinação e muita convicção. Uma abordagem que se pretende tão original como interventiva, bem evidente nos inúmeros episódios em que se denúncia a hipocrisia, o cinismo, a falta de coragem, o preconceito, a imbecilidade, a mesquinhez, a reverência ou a subserviência.

Simultaneamente muitíssimos outros momentos evocam grandes batalhas assumidas pela Torcida Verde em nome das nossas convicções e ideal clubista.

Estes textos ilustram o percurso da Torcida Verde, tantas vezes rumando num mar turbulento repleto de contradições que emergem, invariavelmente de factores exógenos e externos à natureza associativa do mundo dos clubes e dos adeptos.

 

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