Estes sim, são Símbolos do SCP PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Na mesma linha de outras intervenções este tifo traduzia o "desprezo" pela atitude dos futebolistas e um forte alerta para os adeptos e dirigentes do clube.

Símbolos do SCP

Na imagem a equipa que disputou e venceu a finalíssima da Taça das Taças, em Antuérpia, dia 15 de Maio de 1964. Um golo de Morais colocou o Sporting na história dos Clubes que ergueram bem alto a Taça dos Vencedores das Taças.

Como curiosidade lembramos que nessa época a empresa do SCP com o "marchensdising" lançara um cachecol com o recém-chegado futebolista, Leandro.

A coreografia remonta à época 96/97, num jogo contra o Vitória de Setúbal.

 

A História nos Julgará

As coreografias na Torcida Verde assumem um carácter de grande identidade, como forma de expressão privilegiada. São tantas vezes a "nossa voz" para intervir em temas pertinentes, ainda que possam ser considerados inconvenientes.

Nos primeiros anos do Grupo, as coreografias assumiam um carácter estritamente estético, exclusivamente virado para a animação das bancadas no apoio ao Clube. Invariavelmente eram compostas por bandeiras e fumos.

Com a descoberta do movimento ultra, oriundo de Itália, nascia um novo mundo de cor, animação, dinâmica, criatividade e intervenção. As primeiras coreografias massivas abrangiam milhares de adeptos, num conceito que pretendia integrar a maior massa humana possível. Surge a era da "plastificação das curvas" com o uso massivo desse material.

Actualmente as coreografias assumem para o Grupo, uma ambivalência entre o carácter estritamente estético e a vertente interventiva.

Na Torcida a construção de coreografias é também um factor de aculturação dos aderentes à nossa luta. Aculturação pela participação no trabalho.

Temos presente o exemplo do que acontecia com o mítico Grupo Ultra da Fossa dei Leoni do AC Milan em que a participação na construção das coreografias era um privilégio, um prazer. De tal forma que os ultras da FDL inscreviam-se na esperança de poderem participar na edificação de coreografias que se tornaram em referências para o mundo dos adeptos.

Conhecemos como ninguém a importância e o valor do trabalho que torna possível a realização de "tifos". Com espírito de sacrifício, determinação e convicção, temos reescrito um novo conceito para o termo "impossível". Esta é uma das conquistas insubstituíveis das míticas coreografias realizadas desde 1984.

 

Facebook Twitter YouTube Google+ RSS